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Reflexão

A mentalidade totalitária do brasileiro

Desde que o isolamento social começou, devido a pandemia, eu tenho visto comportamentos tão bizarros por parte do brasileiro médio, que tem, desde então, me faltado palavras, e capacidade narrativa, para dizer do meu desgosto com tudo que eu tenho visto.

Parto do pressuposto de que a liberdade é um dom sagrado.

Qualquer motivo alegado para a redução da liberdade de alguém deve ser visto com desconfiança. Sempre.

Se você olhar de um ponto de vista cético, verá que tudo que aconteceu em termos de isolamento social foi motivado por uma pandemia cuja causa é nova – tanto que é chamado novo corona-virus – e que por ser novo, não é possível que já haja especialistas em algo que tem 2 meses; a OMS demorou para reconhecer a pandemia, quando reconheceu, mandou o mundo parar.

E a p. do mundo obedeceu!

Depois disse que países pobres não poderiam parar.

E agora diz que a Suécia, que não parou, é modelo a ser seguido.

Mano, ces dão ouvido pra gente loka.

Mas voltamos ao brasileiro.

Brasileiro adora começar suas assertivas com a palavra DEVERIA… como esta nossa amiga abaixo:

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No coração desta mulher, vive uma ditadorazinha. Como todo ditador, ela jura que está do lado certo, jura que suas sugestões (graças a Deus ainda são só sugestões) de punição, isto é – tirar alvará, multar um alto valor e prestação de serviço social – são punições justas, para o bem da sociedade. Ela nem sonha que se estivesse no poder com esta visão xiita, destruiria a economia em poucas semanas.

Como esse tipo de brasileiro não consegue um país pra implantar sua ditadura particular, adora fiscalizar a vida alheia. Talvez por uma insegurança particular, de repente se encontrar na posição de autoridade fiscalizando os outros lhe confere certa legitimidade de si mesmo. Mas esse brasileiro dedo-duro não sabe, e se sabe não está nem aí, de que ele é um grande de um filho de uma puta. Tipo este:

Filhote de Pinochet
Filhote de Pinochet

O brasileiro é um invejoso, ressentido. Ele não suporta a ideia de ver alguém se dando melhor que ele. Ele acata as orientações de isolamento social, mas se vê outros “desobedecendo” as orientações (porque talvez pense com a própria cabeça e veja como essas orientações podem ser absurdas) o brasileiro fica putinho, não suporta ver a ideia de que nem todo mundo é idiota igual ele.

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