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Mídia

FAKE NEWS permitidas:

Vivemos em um país capitalista
O PSDB é de direita
O estado visa o bem comum
A causa da corrupção é cultural
Antifa é antifascista
Os políticos nos representam
O mercado favorece os ricos
O BR é pobre por culpa da colonização
A corrupção é o maior problem do BR
O Estado somos nós.
A regulação dos mercados protege o consumidor.
O petróleo é nosso.

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Reflexão

Debater com Petista

Texto de Priscila Chammas Dau

O mais irritante de debater com petista (e similares) é que eles têm um ego enorme e acham que têm direito a tudo, apenas porque nasceram.

Afinal… sua simples existência já seria um grande favor para a humanidade. Por trás da boca cheia de um petista clamando por “DIREITOS” está um sujeito autoritário, que se acha melhor que os outros, querendo obrigar o resto da sociedade a providenciar-lhe tudo grátis, sem que precise fazer o esforço necessário para ter essas coisas.

Não, meu caro petista. O mundo não lhe deve nada.

Eu não lhe devo nada. As pessoas que ainda vão nascer não lhe devem nada.

Melhor baixar sua crista e levantar a bunda do sofá, pra ir trabalhar e comprar os itens necessários à sua vida e felicidade. Antes de cobrar que os outros te paguem coisas, ofereça algo que as pessoas estejam dispostas a pagar. Gere valor para alguém. Quem tem filho grande é elefante.

Ah, mas tá faltando emprego, né? É que o governo e a Justiça do Trabalho foram cobrar todos os “direitos” que você achou que tinha (alguns dos quais só beneficiam o próprio governo e os sindicatos), sufocaram a iniciativa privada e acabaram matando a galinha dos ovos de ouro.

Acontece.

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“Antifascista” kkkj

A bandeira política mais contraditória (e burra) é o Antifascismo.

A frase base e definidora do fascismo foi proferida por seu representante mais autêntico: Benito Mussolini

“Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”

Logo, ser Antifascista, significa ser anti-Estado, certo?

Errado.

Normalmente, quem hoje defende o antifascismo, apoia políticas de esquerda que são, também, por definição, estatistas; Políticas que pregam o Estado como o grande agente de transformação social, o promotor legítimo da igualdade social. O Éden esquerdista, aquele que ele vislumbra do alto de sua cobertura exclusiva.

Mas Estado é instituição que concentra poder, para, teoricamente, poder agir, e o poder nunca é o bastante para quem tem. O braço mais atuante de um Estado grande é o poder de polícia, não só da polícia que mantem a ordem, mas da polícia que patrulha o comportamento das pessoas.

Aí ele vai pra rua “lutar contra o fascismo” e leva bala de borracha (antigamente era de chumbo mesmo) logo de quem?

Da polícia. Que é resultado direto das políticas que ele defende.

Sendo assim, o antifascista sem querer apoia grupos políticos que pregam um Estado forte.

O verdadeiro antifascista é o libertário. Aquele que prega a liberdade máxima possível dentro de uma ordem institucional. Como disse Reagan:

“O homem não é livre, a menos que o governo seja limitado.”

Red Pill

Não há nada de antifascismo. O que acontece é ter no governo um grupo que não é o que eu quero, então eu invento dramas, digo que sou antifascista. Se o meu grupo chegar ao governo, ele pode até matar (normalmente de fome, que é o que o socialismo sabe fazer de melhor) que eu vou ficar aqui quietinho.

O que há é uma guerra de narrativas que visam fisgar o incauto.

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Test-drive de Comunismo

– Você pode ser preso se sair na rua sem autorização;

– Governo define quais negócios funcionam;

– Preços controlados;

– Confisco de mercadorias;

– Auxílios governamentais de toda ordem, sem o mínimo “lastro”.

– Se discordar do pensamento hegemônico, será uma ameaça.

Vivemos um test-drive de Comunismo. Mas não é isso que me assusta. O que assusta é que muita gente – e eu digo MUITA gente – compraria.

Eu não sei que tipo de personalidade é essa, a qual tenho visto muito nas redes sociais, que parece ter medo da vida, medo do movimento, do povo na rua trabalhando, produzindo, comprando, vendendo, se divertindo; que se satisfazem ao ver todos trancados em casa, ruas vazias. Gente patrulhando e denunciando aglomerações; pedindo ao Estado que prenda, que multe.

Muito é por medo, eu sei. A mídia irresponsável conseguiu inculcar na mente dos incautos que esse vírus é do tipo “pegou, morreu”. Muita gente crente que vai morrer. Mas outro tanto não é medo, é ressentimento. Na incapacidade de abraçar a própria vida, ficam felizes ao ver os outros impedidos de abraçarem de volta as suas vidas.

Muito é por medo, muito é por ressentimento. E onde entra o Comunismo nisso? Naquela noção de que o comunismo torna todos iguais, na miséria.

Quem nunca conseguiu superar sua miséria existencial, agora se rejubila ao ver o Estado segurando os outros também na miséria.

O ser humano sabe ser muito desgraçado, quando quer.

 

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Reflexão

O perigo da Democracia

Existem grupos na sociedade, que por razões insondáveis, passam a defender ideias e políticas com ares humanistas, já comprovadamente patológicas, que quando colocadas em prática, são capazes de desintegrar uma nação.

Temos exemplos bem práticos – considerados clichês de tanto que são citados – mas que estão aí, aqueles países que ninguém sonha em pisar, como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, países periféricos da antiga União Soviética.

Lembremos dos casos dos alemães da Alemanha Oriental, comunista, que arriscavam a vida ao atravessarem o Muro de Berlim. Lembremos dos cubanos arriscando-se em barcas precárias rodeadas de tubarões para conseguirem pisar na Flórida.

Quando você defende a Democracia, você defende esse grupo; você defende que esses grupos tenham voz política; você defende que eventualmente esse grupo adquira poder; você defende que a sua nação e as pessoas que você ama fiquem nas mãos dessas políticas destrutivas.

Tudo por causa da ingênua assertiva: “Ai é preciso respeitar quem pensa diferente.”

Não, amigo, se quem pensa diferente defende políticas destrutivas e até mesmo genocidas, as ideias dessa pessoa não podem, e não devem ser respeitadas.

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Política

“Você defende o Bolsonaro cegamente”

Texto da Deputada Estadual Ana Caroline Campagnolo:

Quem diz isso se acha iluminado, acha que vê o que os outros não estão vendo, acha que é limpinho e moralmente superior por “pensar com a própria cabeça”.

Eu não defendo o Bolsonaro cegamente. Eu defendo convictamente mesmo, enfaticamente mesmo, o que significa que, avaliando todo o contexto e também os seus detratores, defendê-lo e apoia-lo continua sendo a atitude mais inteligente. Não se pode fiar a política nas ideias, é impossível eleger ideias, é impossível votar em ideias. É preciso eleger pessoas, apoiar e depreciar pessoas. São as pessoas que entram e caem do poder. Quantas ideias bonitas você ouviu na última eleição? E quantos políticos mudaram de ideia depois de eleitos?

Pois é exatamente por isso que minha defesa do Presidente Bolsonaro é convicta e não cega. Eu VEJO as outras pessoas que o rodeiam como um leão que pretende abocanhá-lo. E essas pessoas sabem fazer política. Por que sabem? Porque da boca para fora falam de ideias, mas nas madrugadas e saletas fechadas conspiram contra PESSOAS.
Eu me lembro quando fui para rua com cartazes claros em letras gigantes: “Fora Dilma” e “Lula Ladrão”. E horas depois assistia no noticiário que uma gigantesca manifestação se havia feito CONTRA A CORRUPÇÃO. A mídia usa esse joguete. O lula usou esse joguete. Quando foi preso, ele disse: “Eu sou uma ideia”. O Lula é uma ideia, uma ideia muito porca na minha opinião e muito sexy na opinião dele mesmo.

Bolsonaro não é uma ideia. É uma pessoa. É óbvio que pessoas erram. Como os conservadores aplicam tão mal o conceito de “ceticismo”? Somos ou não somos céticos, afinal? Somos. Isso significa que sabemos que a PESSOA que elegemos vai errar. E antes que algum analfabeto funcional se alvoroce, note que estamos falando de ERRO e não de CRIME. Bolsonaro não está cometendo crimes, mas os que deveriam estar a favor dele se ouriçam ainda assim.

Os conservadores não estavam com Margaret Thatcher porque ela era perfeita, estavam com ela porque seus opositores eram trabalhistas e socialistas enrustidos. Como se dizem céticos e superiores justamente aqueles que agem esperando da política o paraíso da perfeição ou nada!? Ou o Bolsonaro aprender a usar uma máscara ou nada!? Demitiu o Mandetta, oh, que odiável! Deveria ser mais polido e culto, oh, fim do mundo!

Qual foi a ideia esfaqueada nas últimas eleições? Nenhuma. A esquerda fala de ideias, mas, na batalha, derruba PESSOAS. Derruba Celso Daniel, levanta Marielle. E os direitistas limpinhos caem como patinhos. Entregam suas poucas boas pessoas numa bandeja e saem garganteando ideias. Como esqueceram em tão pouco tempo que no segundo turno de cada eleição disputam DUAS PESSOAS? Como podem ter esquecido que a direita finalmente conseguiu dar um suspiro de vida quando uma PESSOA derrubou o PT com apenas 8 segundos de televisão? As ideias têm consequências apenas porque PESSOAS podem agir em nome delas. E a cega sou eu?

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Reflexão

Bandidolatria

A seguir, dez argumentos contra o crime para você usar nos debates com bandidólatras, de Roberto Motta.

Quando me dou conta desse tipo de realidade em que vivemos, entendo o porquê do Conservadorismo. Inovação só é útil na tecnologia. A existência desse tipo de mentalidade pró-bandido no ambiente jurídico só existe porque um dia alguém disse que havia espaço para inovação no jurismo. Mas inovar o quê, caçamba! Que bandido não é tão bandido assim? Certas concepções serão eternas, como a que um bandido sempre será um bandido.

1. Quando te mostrarem as fotos de celas superlotadas pergunte pelas fotos das vítimas.

2. Eufemismos ideológicos são rotina. Criminosos com menos de 18 anos são “adolescentes em conflito com a lei”; não cometem crimes, mas “atos infracionais”; não são presos, são “apreendidos” e não cumprem sentença: são internados para cumprir “‘medidas socioeducativas”.

3. As entidades que reclamam da “superlotação carcerária” são as mesmas que IMPEDEM a construção de novas vagas. Exemplo: a Pastoral Carcerária.

4. No Rio setores do MP e da Defensoria criaram a “Central de Vagas” para inviabilizar a internação de “menores infratores”. É um programa de milhagem para crimes. Só será internado quem acumular milhas suficientes.

5. Quase 50% dos criminosos presos por crimes econômicos (assalto, sequestro, etc) pesquisados pelo Prof. Pery Shikida ao longo de 18 anos tinham IMÓVEIS EM SEU NOME no momento do crime.

6. O tempo médio de internação de um homicida com menos de 18 anos no Rio é de 8 MESES.

7. O menor que assassinou o Dr. Jaime Gold na Lagoa em 2016 já tinha 14 passagens pela polícia. Foi internado e, depois de solto, já foi preso de novo por assalto.

8. O menor que arrastou João Helio pelo asfalto até a morte mudou-se para o exterior com a família com tudo pago por uma ONG.

9. O criminoso NUNCA é a vítima. O criminoso é o autor do crime.

10. A sentença do criminoso não pode ser mais leve que a sentença da vítima.

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Reflexão

A mentalidade totalitária do brasileiro

Desde que o isolamento social começou, devido a pandemia, eu tenho visto comportamentos tão bizarros por parte do brasileiro médio, que tem, desde então, me faltado palavras, e capacidade narrativa, para dizer do meu desgosto com tudo que eu tenho visto.

Parto do pressuposto de que a liberdade é um dom sagrado.

Qualquer motivo alegado para a redução da liberdade de alguém deve ser visto com desconfiança. Sempre.

Se você olhar de um ponto de vista cético, verá que tudo que aconteceu em termos de isolamento social foi motivado por uma pandemia cuja causa é nova – tanto que é chamado novo corona-virus – e que por ser novo, não é possível que já haja especialistas em algo que tem 2 meses; a OMS demorou para reconhecer a pandemia, quando reconheceu, mandou o mundo parar.

E a p. do mundo obedeceu!

Depois disse que países pobres não poderiam parar.

E agora diz que a Suécia, que não parou, é modelo a ser seguido.

Mano, ces dão ouvido pra gente loka.

Mas voltamos ao brasileiro.

Brasileiro adora começar suas assertivas com a palavra DEVERIA… como esta nossa amiga abaixo:

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No coração desta mulher, vive uma ditadorazinha. Como todo ditador, ela jura que está do lado certo, jura que suas sugestões (graças a Deus ainda são só sugestões) de punição, isto é – tirar alvará, multar um alto valor e prestação de serviço social – são punições justas, para o bem da sociedade. Ela nem sonha que se estivesse no poder com esta visão xiita, destruiria a economia em poucas semanas.

Como esse tipo de brasileiro não consegue um país pra implantar sua ditadura particular, adora fiscalizar a vida alheia. Talvez por uma insegurança particular, de repente se encontrar na posição de autoridade fiscalizando os outros lhe confere certa legitimidade de si mesmo. Mas esse brasileiro dedo-duro não sabe, e se sabe não está nem aí, de que ele é um grande de um filho de uma puta. Tipo este:

Filhote de Pinochet
Filhote de Pinochet

O brasileiro é um invejoso, ressentido. Ele não suporta a ideia de ver alguém se dando melhor que ele. Ele acata as orientações de isolamento social, mas se vê outros “desobedecendo” as orientações (porque talvez pense com a própria cabeça e veja como essas orientações podem ser absurdas) o brasileiro fica putinho, não suporta ver a ideia de que nem todo mundo é idiota igual ele.

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Política Reflexão

O problema do Bolsonarismo

Meses atrás, diante das primeiras fragilidades políticas do presidente Bolsonaro, Olavo de Carvalho publicou vídeo em que sugeria ao povo apoiar a figura do Bolsonaro, ele mesmo, e não projetos ou ideias.

A militância bolsonarista que cercou o Palácio do Planalto hoje comprova o poder de influência do Olavo.

Hoje há um verdadeiro movimento que pode-se chamar Bolsonarismo. Eu o vejo da seguinte forma, ainda:

Bolsonaro comete alguns erros, principalmente em suas falas. Fala demais, fala sem necessidade, fala bobagens, é reativo, temperamental. Mas, até que se prove o contrário, ele age pelo país. Diante dos fiascos midiáticos do presidente, ao olhar para seus opositores, que não passam de sangue-sugas que drenam sem parar o dinheiro público em nome de uma pretensa democracia, eu reajo assim: “Ok, pois é, melhor continuar apoiando o presidente.”

Entretanto, observando o comportamento dos Bolsonaristas, encontramos uma característica muito indesejada. Eles agem de forma tribal e hostilizam prontamente quem porventura discorde de qualquer coisinha que o presidente faça. Xingam, criam apelidos, desqualificam todo e qualquer discordante como traidor da nação. Bolsonarismo já se tornou uma religião. Não há salvação fora dela. Sim, o Bolsonarismo se tornou um Petismo de sinal trocado.

Há um atenuante aqui, até que se prove o contrário. A bandeira do Bolsonarismo é o conservadorismo, o desenvolvimento econômico via liberdade econômica e, principalmente, o combate a corrupção. Bolsonaristas cultuam seu Messias Bolsonaro fiando que ele não é corrupto e não aceita corrupção.

O petismo, por outro lado, é um movimento de igual intensidade, religioso, cuja bandeira é o socialismo, o progressismo social e o intervencionismo estatal, tanto comportamental, como econômico – ainda que por muitos anos seus presidentes bastante pragmáticos mantiveram políticas econômicas pró-financismo.

O Bolsonarismo vai por um caminho que eu, daqui do alto do meu anonimato, concordo e apoio. Mas temo. Essa idolatria política não é salutar, transforma-se em cegueira, despreza a racionalidade. Se isso não é uma cegueira seletiva prestes a cair no poço do fanatismo, só o tempo dirá.

 

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Reflexão

O preço de estar errado

Tem uma coisa que me deixa imensamente frustrado nessa luta ideológica toda; nessa luta por viver num país que permita um mínimo de prosperidade ao seu povo.

Eu defendo políticas liberais porque entendo que somente o livre-mercado é capaz de trazer prosperidade para uma nação.

Só que eu estou aqui todo f*dido, limitado, sempre na corda-bamba financeira, a beira da quebra.

Por outro lado, vejo pessoas que apoiam grupos políticos de esquerda que defendem políticas intervencionistas, que costumam ser as mais catastróficas para a geração de riqueza em um país; no entanto, essas pessoas estão super bem, vem de famílias abastadas, conseguiram bons empregos públicos, morando em apartamento com sacada de frente pro mar, viajando pro exterior e tudo mais.

Inveja é um sentimento que só me atingiu duas vezes na vida. O primeiro ao constatar que uma paixão da adolescência, que não quis ficar comigo, está financeiramente BEM melhor que eu atualmente. O segundo momento ocorre agora, por esta questão mais… digamos, ideológica.

Como é f*da conviver com o fato de saber que essas pessoas nunca vão experimentar os resultados diretos das ideologias que defendem.

Thomas Sowell descreveu esta situação de forma mais sofisticada ao dizer que “É muito fácil estar errado, e continuar errado, quando os custos de se estar errado são pagos pelos outros.