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Reflexão

Bandidolatria

A seguir, dez argumentos contra o crime para você usar nos debates com bandidólatras, de Roberto Motta.

Quando me dou conta desse tipo de realidade em que vivemos, entendo o porquê do Conservadorismo. Inovação só é útil na tecnologia. A existência desse tipo de mentalidade pró-bandido no ambiente jurídico só existe porque um dia alguém disse que havia espaço para inovação no jurismo. Mas inovar o quê, caçamba! Que bandido não é tão bandido assim? Certas concepções serão eternas, como a que um bandido sempre será um bandido.

1. Quando te mostrarem as fotos de celas superlotadas pergunte pelas fotos das vítimas.

2. Eufemismos ideológicos são rotina. Criminosos com menos de 18 anos são “adolescentes em conflito com a lei”; não cometem crimes, mas “atos infracionais”; não são presos, são “apreendidos” e não cumprem sentença: são internados para cumprir “‘medidas socioeducativas”.

3. As entidades que reclamam da “superlotação carcerária” são as mesmas que IMPEDEM a construção de novas vagas. Exemplo: a Pastoral Carcerária.

4. No Rio setores do MP e da Defensoria criaram a “Central de Vagas” para inviabilizar a internação de “menores infratores”. É um programa de milhagem para crimes. Só será internado quem acumular milhas suficientes.

5. Quase 50% dos criminosos presos por crimes econômicos (assalto, sequestro, etc) pesquisados pelo Prof. Pery Shikida ao longo de 18 anos tinham IMÓVEIS EM SEU NOME no momento do crime.

6. O tempo médio de internação de um homicida com menos de 18 anos no Rio é de 8 MESES.

7. O menor que assassinou o Dr. Jaime Gold na Lagoa em 2016 já tinha 14 passagens pela polícia. Foi internado e, depois de solto, já foi preso de novo por assalto.

8. O menor que arrastou João Helio pelo asfalto até a morte mudou-se para o exterior com a família com tudo pago por uma ONG.

9. O criminoso NUNCA é a vítima. O criminoso é o autor do crime.

10. A sentença do criminoso não pode ser mais leve que a sentença da vítima.

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