Sobre o E. M.

Embora o endereço deste site possa passar a ideia de algo oficial, é na verdade um blog pessoal onde busco compartilhar textos e opiniões, meus ou de terceiros, devidamente citados, que buscam ir além das narrativas correntes.

A tendência aqui é sempre a de reforçar ideias de liberdades individuais e econômicas; sempre pautar-se pela realidade em detrimento da ideologia, isto é, de atuar pela construção de um mundo possível em vez de um mundo ideal.

Razoabilidade

A noção de Estado Mínimo é um ideal não só irrealizável, como inexistente. Não há em lugar algum do mundo um país onde o Estado atue apenas garantindo segurança e justiça aos seus cidadãos.

O Brasil, no entanto, como se sabe, alcançou uma situação oposta. Aqui temos um Estado gigante, embrenhado em cada canto da sociedade, engessando atividades econômicas e se metendo na vida do cidadão comum. A situação excepcional do isolamento social diante da pandemia do Corona-vírus, em que Governos Estaduais e Ministérios Públicos proibiram as pessoas até mesmo de se exercitarem nas praias ilustra bem este estado de coisas a que chegamos.

Nosso Estado se tornou um antro de mini-ditadoreszinhos competindo pra ver quem manda mais.

Costumo dizer que o Brasil se tornou um país semi-socialista. Alcançamos um gigantismo estatal que, como se vê, não nos levou aonde queríamos, a um status de país desenvolvido.

E sendo assim, nada mais lógico do que defender a mudança de rumo no sentido oposto. Se com um Estado gigante não chegamos onde queríamos, que invertamos o sentido, que diminuamos o tamanho estatal e, por consequência, toda a necessidade de recursos extorquidos da população para o sustento deste gigante.

Estado Mínimo aqui é entendido como o ideal a ser seguido na condução do Brasil ao status de país desenvolvido.