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O equívoco do jornalista

A função primeira do jornalista é informar.

Relatar e transmitir, disseminar, propagar informações.

Ele pode sim, e deve, desde que de forma explícita e assinando embaixo, emitir sua opinião.

Mas hoje, qualquer pessoa dotada de um mínimo de senso crítico, percebe que jornalistas foram contagiados pelo vírus da militância, e de forma pandêmica, pois o mesmo ocorre na imprensa internacional.

Não transmitem mais fatos, e sim visões de um ideal. Opiniões travestidas de relatos.

Observe a “notícia” acima. Somos uma nação soberana. Temos um líder eleito de forma democrática. Temos uma situação em que somos um país pobre, temos uma renda per capita que é 1/3 da renda da Itália. Nós não podemos replicar a receita de isolamento de países ricos por aqui, porque o povo vai simplesmente passar fome. Lembrando que antes da epidemia, nós já tínhamos uma taxa de mortalidade DIÁRIA por desnutrição – palavrinha que suaviza o termo fome – de 15 pessoas por dia.

Pois bem, a desgraça do jornalista da imagem acima insiste em desmentir o presidente pautando-o por uma organização burocrática internacional de líderes não eleitos. Parece uma criança pequena birrenta batendo o pezinho: “mas a oms disse, a oms disse”.

A imagem acima não mostra um relato, ela mostra uma opinião – a opinião particular do jornalista de que o presidente está errado.

Gente de Deus, como acreditar num futuro de progresso com uma mídia tão viciada em querer tornar o mundo melhor?

Jornalista não existe pra tornar o mundo melhor, jornalista existe para IN-FOR-MAR.